• Rogério Ferreira Machado

Escrevendo Sobre: A morte de Boechat



Ricardo Eugênio Boechat, jornalista, radialista e apresentador morreu no início da tarde de segunda-feira (11), aos 66 anos, em um acidente na Rodovia Anhanguera - São Paulo. Ele estava em um Helicóptero que caiu. O piloto da aeronave, Ronaldo Quattrucci, também morreu no acidente.


Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e também era colunista da revista "IstoÉ". Ele trabalhou no grupo Globo (TV e Jornal), no grupo Bandeirantes (Rádio e TV) e teve passagem pelo SBT. Ele também trabalhou nos jornais "Diário de Notícias", "Jornal do Brasil", "O Estado de S. Paulo" e "O Dia". Boechat ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro e era recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se, sendo o único a ganhar em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Também foi eleito o jornalista mais admirado, na pesquisa do site Jornalistas&Cia em 2014.


Creio que por sua carreira e currículo, tendo transitado por tantos veículos de comunicação, onde fez muitos amigos, sua morte foi destaque nos principais jornais impressos, nas TVs e Rádios, além de mídias sociais.


Três coisas me chamaram a atenção nas falas de amigos e familiares, incluindo sua esposa Veruska. A primeira: ele era ateu (não cria na existência de Deus). A segunda: praticava o amor ao próximo. E, a terceira, ligada à segunda: ele era generoso.


Nas falas, houve também quem dissesse que ele morreu cedo, ainda tinha muito pra dar... E, por isso, olhando para vida dos que se foram e nossas próprias vidas, penso que muitos de nós gostaríamos de viver um pouquinho mais para poder fazer aquilo que não pude ser feito, seja em prol de si mesmo, da família, das pessoas ao redor, etc. Entretanto, poucos entendem que a vida é passageira, que todos os nossos dias pertencem à Deus, e que pouco temos feito para glorificar a Sua pessoa.


O apóstolo Paulo escrevendo aos Filipenses disse: “Para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro” - 1:21. E, ao final de sua vida ainda afirmou: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” - 2ª Timóteo 4:7.


Muitos já viveram intensamente pelo seu ideal. Outros ainda lutarão e viverão por eles. Mas, o desejo de Deus é que homens e mulheres possam viver para Cristo e ao acabar a carreira, com sua fé em mãos, possam dizer “O Senhor me livrará também de toda obra maligna, e me levará salvo para o seu reino celestial”- 2ª Timóteo 4:18.



Publicado em 16/02/2019 no jornal Gazeta Bragantina e GB Norte.


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