• Rogério Ferreira Machado

Escrevendo Sobre: DOMINGO DE RAMOS


Parte da cristandade comemora amanhã o “Domingo de Ramos”. Ele é assim chamado por causa dos acontecimentos que trazem à memória a “entrada triunfal” de Jesus Cristo, em Jerusalém, como Rei, dias antes de ser crucificado e morto, quando ramos foram espalhados pelo chão formando um tapete por onde Jesus passou.


A Bíblia relata que “Quando se aproximaram de Jerusalém... enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-os... trouxeram... Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou. E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada. E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas! E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou...” - Evangelho de Mateus 21:1 a 10,


A narrativa diz que Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumentinho. E, alguns dizem que o simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que esse é um animal de paz. Segundo essa tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Assim, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria a entrada do "príncipe da paz", conforme o texto do profeta Isaías 9:6.


Pois bem, entrando na cidade multidões o acompanharam, formando uma procissão triunfal. Altos clamores e expressões de louvor foram ouvidos ao redor de Jesus, “toda a cidade se alvoroçou”.


Apesar do alvoroço e da aclamação daquele dia, dando a entender que o povo reconhecia em Cristo seu salvador e libertador, quatro dias depois o povo gritava: “Fora! Fora! Crucifica-o!”. O fato se deu diante de Pilatos, governador Romano da Judéia, quando do julgamento de Jesus, conforme Evangelho de João 19:15. Assim, vemos num momento a multidão louvando Jesus e dando “glórias a Deus” e, posteriormente, num outro momento, rejeitando-o e gritando “Fora! Fora!”, e mais, sentenciando-o a morte: “Crucifica-o!”.


Diante do quadro, alguns questionam: Por que Pilatos lavou as mãos ao invés de libertar Jesus? Por que os judeus queriam a morte de Jesus? Quem matou o Cristo e por quê?


A resposta a essas perguntas está no livro do profeta Isaías, 53:4 e 5 e 1ª Epístola de Pedro 3:18. “Certamente Ele [Jesus] tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores... Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus”.


Cristo foi à cruz por causa do meu e do seu pecado, por causa da nossa transgressão (violação aos princípios de conduta diante de Deus). Cristo morreu para que nós “Justificados, mediante a fé, tenhamos paz com Deus, através do Senhor Jesus Cristo” - Epístola aos Romanos 5:1.


Na cruz, Cristo resgata o pecador para Si e promove a paz com Deus. Você crê nisso?!



Publicado em 13/04/2019 no jornal Gazeta Bragantina e GB Norte.


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